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A Malisoft é uma empresa genuinamente brasileira, líder em tecnologia de informação, cujas atividades englobam todos os aspectos relacionados à integração de Sistemas e Softwares.

Nosso objetivo principal é satisfazer nossos clientes, produzindo e buscando integrar soluções de software para ambientes locais, ou internet.

Contamos atualmente com mais de 40 profissionais capacitados para oferecer aos nossos clientes a mais completa solução de integração de sistemas, onde destacam-se: Desenvolvimento, Alocação de Mão-de-Obra, Web Services, Consultoria, Serviços de Tradução e Localização, Treinamento e Suporte à tecnologia de Software.

Possuímos também ampla linha de produtos próprios, cujo foco principal está relacionado ao setor educacional.

NOTÍCIAS:

Aéreas disputam “lembrança” da Varig
www.gazetadopovo.com.br
09/07/ 2006


Hélio Ciffoni, no Japão: passageiros como ele são disputados por concorrentes da Varigs.

No dia 13 de janeiro, o curitibano Hélio Ciffoni estava dentro de um avião da Varig com destino a Tóquio, o último vôo de uma rota que durou 30 anos. A aeronave levava uma tripulação emocionada, sem poder esconder o choro. “Peguei autógrafo de todos eles”, relembra o engenheiro. Ciffoni faz parte de um grupo de ex-clientes da Varig que relutará em deixar-se agradar pelas concorrentes. Na semana passada, ele embarcou de novo para o Japão, para onde vende softwares. Optou pela TAM no trecho Curitiba – São Paulo e, pouco antes de embarcar num avião da United Airlines para a viagem transatlântica, confessou que não gostou do serviço. “Eu tinha cartão diamante da Varig, o que me dava preferência na hora do embarque, acesso à sala VIP e 75 mil milhas”, disse. “Com as outras é bem diferente.”

É esse espaço emocional que as concorrentes buscam ocupar a partir de agora. Mesmo que a Varig consiga manter as operações, as perdas que a companhia sofreu vão muito além do aspecto financeiro. Atributos mais subjetivos, como a fama de pontualidade e confiabilidade que a empresa tinha, foram perdidos em meio à longa crise dos últimos meses. Imagens de televisão e fotos nos jornais estampando clientes da Varig deitados em bancos de aeroporto à espera de um vôo colaram na retina de muitos viajantes – e esses certamente serão relutantes em comprar bilhetes da empresa no futuro.

A escolha por uma nova aérea, segundo o consultor de marketing Ernani Buchmann, leva em conta a segurança, em primeiro lugar, e depois preço, pontualidade e conforto, dependendo das prioridades do consumidor em questão. “A eficiência vai liderar”, sentencia.

Para aproveitar o momento e ganhar a preferência do consumidor, TAM e Gol já iniciaram grandes investimentos. “Elas estão investindo bilhões de dólares em reequipamento”, destaca o consultor do setor aeroviário, Paulo Bittencourt Sampaio. Juntas, as duas empresas já anunciaram a compra de 100 aviões para os próximos cinco anos. “As companhias também estão contratando pilotos e pessoal de marketing com muita rapidez para concorrer entre si.”

Num segundo momento, a arena de batalha deve ser a mídia, especialmente para os novos trechos que as companhias passam a ofertar a partir do segundo semestre. A TAM inicia um vôo para Londres em outubro. A Gol, para Santiago, no Chile, ainda sem data confirmada.

As duas empresas são anunciantes de grande poder de fogo, conforme lembra Buchmann, mas também investem em divulgação fora da mídia. Em maio, a TAM levou modelos como Ana Hickmann ao aeroporto de Congonhas para desfilar seus novos uniformes, e em novembro inaugura o Museu “Asas de um Sonho”, em São Carlos (SP), com exposição de aviões antigos. A campanha publicitária institucional de comemoração aos 30 anos da TAM (o aniversário é em 12 de julho) também veio a calhar num momento em que os ex-clientes Varig encontram-se abertos para uma nova companhia.

A TAM lidera o tráfego aéreo brasileiro desde 2003. Em 2005, transportou 49% dos passageiros brasileiros em viagem de negócios, e informa que seus investimentos visam atender a crescente demanda do mercado doméstico numa estratégia de crescimento seletivo e com rentabilidade também no segmento internacional, ou seja, não pretende absorver o máximo de rotas a qualquer custo. O destino Frankfurt, na Alemanha, por exemplo, foi experimentado em 2001 e suspenso porque não trouxe retorno financeiro.

Já a Gol informa que tem interesse pelas antigas rotas da Varig na América Latina, onde já tem seis destinos (para cidades da Argentina, Bolívia, Uruguai e Paraguai). A companhia explica que não vai reordenar gastos com mídia neste momento por conta da crise da Varig.

Helena Carnieri
Fonte: GAZETA DO POVO

Jogo DigiBunny ganha prêmio em competição no Japão



Superando diversos concorrentes do mundo todo, Digibunny, game da empresa Eonsgames Entertainment, parceira da Malisoft, obteve o 1º lugar na categoria “Virtual Pet Game” no 1st DoJa Application Contest (competição de aplicativos baseados na plataforma Java para telefones celulares), promovida pela operadora japonesa NTT Docomo.
O Digibunny pertence à Digifamily, linha de jogos baseada em animais de estimação virtuais, sendo 5 diferentes tipos, cão, gato, peixe, hamster e coelho. Os jogos da série foram desenvolvidos em DoJa, plataforma Java para aplicações em telefones móveis em ambiente i-Mode.
A equipe vencedora, capitaneada pelo Gerente de Desenvolvimento Rafael Lins, é composta por Cristiano Campello (ilustrador), Michelle Aguiar (designer), Lucas Meneghini (animation designer), Pedro Lucchini (programador) e Norberto Mizukava (coordenador).



Seis empresas brasileiras de softwares buscam negócios na Argélia
Agência de notícias Brasil-Árabe
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Elas fecharam um pacote de informações sobre programas de diversas aplicações para ser apresentado ao governo argelino. Três das companhias participaram da missão do ministro do Desenvolvimento, Luiz Furlan, ao país árabe em novembro e esperam marcar, já em meados de janeiro, nova viagem para discutir negócios.

São Paulo - Um grupo de seis empresas brasileiras do ramo de softwares espera conquistar o mercado argelino. Juntas elas montaram um pacote de informações sobre sistemas de automação bancária, gerenciamento e transmissão de energia, produção de petróleo, instalação de redes e aplicativos para telefonia móvel.

O material, segundo Hélio Galvão Ciffoni, presidente da Malisoft, uma das empresas do grupo, foi encaminhado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior que, de acordo com ele, se encarregou de remetê-lo às autoridades argelinas. "Nossa expectativa é de que em meados de janeiro marquemos uma nova visita à Argélia para discutir negócios com o governo, instituições e empresas que estejam interessadas na implantação de sistemas", disse Ciffoni.

Representantes de três companhias do grupo integraram a delegação do ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, na viagem que ele fez ao país árabe em novembro: a Malisoft, de Curitiba, a OSE, de Uberlândia, e a Intellectual Capital, de São Paulo. Eles participaram da reunião que Furlan teve com o ministro das Finanças da Argélia, Mourad Medelci.

"Na reunião, o ministro Furlan nos apresentou como empresas que podem apresentar soluções de informática para as áreas de energia, governo, eleições, tributos e bancos", afirmou Ciffoni. Para fechar o pacote, de volta ao Brasil se juntaram a elas a DWK, a Dantai e a Ogeda.

Se algum contrato for fechado na Argélia, não será a primeira experiência destas companhias no exterior. A Malisoft, por exemplo, já fez negócios no Japão, Portugal, Espanha e espera a conclusão de contratos no Chile e na Venezuela. No Japão, por exemplo, a companhia desenvolveu projetos para oito clientes diferentes.

"O Japão é um mercado difícil, são negociações de longo prazo, o país é distante e há a questão do idioma. A Argélia também parece ser difícil, mas creio que agora é o momento propício para entrar no mercado, pois eles estão anunciando uma série de investimentos e têm necessidade de projetos de infra-estrutura", disse Ciffoni. "Participei de um seminário em São Paulo recentemente e coloquei a Argélia como uma das oportunidades mais interessantes que surgiram este ano", acrescentou ele, que é professor do departamento de Ciência da Computação da PUC do Paraná.

Produtos: A empresa é especializada em aplicativos para telefonia móvel, como joguinhos para telefones celulares, e sistemas "não convencionais", ou seja, feitos por encomenda. De acordo com o engenheiro Ciffoni, sua empresa já criou, entre outros, programas para o controle de perdas na distribuição de energia elétrica e sistemas de acompanhamento de diabéticos via telefone celular.

A Malisoft foi criada em 1995, emprega 25 pessoas e tem uma divisão especializada em games para celular, a Eons Games.

Alexandre Rocha
Data: Acessado em 26/12/2005.

 

Diretor da Malisoft é reeleito para o Conselho de Administração do CITS
08/12/ 2005
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Convite da Mostra
Da esquerda para direita: Guilherme Lorenzi, Coordenador Executivo do CITS, Hans Schorer, Vice-Presidente do Conselho de Administração e Helio Ciffoni, Conselheiro reeleito na Assembléia Geral de 08/12/2005.

Helio Ciffoni, Diretor Geral da Malisoft foi reeleito por um período de 2 anos como representante do Segmento Empresarial no Conselho de Administração do CITS - Centro Internacional de Tecnologia de Software (www.cits.br).


Malisoft na Mostra de TI do Brasil na França
12 - 13 de Outubro / 2005
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Convite da Mostra A Malisoft participou da Mostra de Tecnologia da Informação do Brasil na França, realizada nos dias 12 e 13 de Outubro de 2005 (ano do Brasil na França), no Instituto de Pesquisa em Informática e Automação INRIA Rocquencourt, próximo a Paris.

Hélio Ciffoni, diretor da empresa, palestrou na mostra sobre o tema "Technologies de l´information appliqées à la gestion" (Tecnologia de Informação Aplicada à Gestão)

Fonte: http://www.softex.br
Data: Acessado em 21/10/2005.

 

Malisoft exporta para o Japão
Brazilian Software News
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Malisoft, empresa associada ao Agente SOFTEX de Curitiba (CITS), está exportando soluções de tecnologia para o Japão.

   A empresa começou vendendo um sistema de gerenciamento de bibliotecas, adaptado e traduzido para o japonês, mas descobriu um nicho mais promissor, os softwares para as áreas financeira, de segurança e de medicina, além de aplicativos para compactação de arquivos CAD (Computer Aided Design), que exigem muita memória do computador.

   Aproveitando sua experiência, a empresa organizou um seminário durante a Fenasoft, no qual apresentou as perspectivas da economia japonesa e casos de sucesso na exportação de tecnologia para o país.

Fonte: http://www.softex.br
Data: Acessado em 08/06/2005.

 

Empresas de TI acompanharão Lula no Japão
Info Online – Plantão
Silvia Balieiro, da INFO, 24 de maio de 2005
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SÃO PAULO - Representantes de quatro empresas de TI brasileiras seguem nesta terça-feira para o Japão, onde se juntarão à comitiva do presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva. Lá eles participarão de um seminário sobre o setor de TI no Brasil.

Cada uma das companhias - E-Safetransfer, Politec, Malisoft e o Serpro - apresentarão suas soluções e serviços com o objetivo de conquistar parcerias e gerar resultados financeiros.

A E-Safetransfer apresentará sua tecnologia de smart card; o Serpro estará presente com soluções de e-governament; a malisoft mostrará aplicações móveis e a Politec fará propostas a respeito da colaboração de empresas brasileiras de software e de serviço a fornecedores japoneses da área.

Fonte: http://www.serpro.gov.br
Data: Acessado em 08/06/2005.




Mercado - Estratégias para conquistar o Japão
Mundo Info.com.br
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Integrando a comitiva do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que a partir de amanhã visita o Japão em missão comercial, quatro empresas nacionais de alta tecnologia embarcaram esta semana para o Oriente, onde em conjunto apresentam seminário sobre o setor de Tecnologia da Informação no Brasi. São elas a E-Safetransfer, a Politec, a Serpro e a Malisoft.

A gerente de marketing da E-Safetransfer, Giseli Storino, explica que o CEO da empresa já está no Japão com a agenda voltada para todas as atividades de que participarão com o meio empresarial japonês.” Nossa empresa fará uma apresentação, durante o Seminário de TI, sobre O Software brasileiro e a Indústria de Serviços de TI.

É importante destacar que a E-Safetransfer desenvolve e integra soluções de segurança em tecnologia smartcard e certificação digital. Inclui em seu portfólio, solução de certificação digital em código aberto (adquirida pelo Serpro e homologada pelo ITI em 2005, através da parceira comercial com a G&P), que contém completa infra-estrutura de Autoridade Certificadora e Autoridade Registradora com gestão de todo o ciclo de vida de Certificados Digitais X.509v3”, informa.

Segundo ela, a empresa vai apresentar ainda ao empresariado nipônico seu sitema de solução de infra-estrutura segura para internet, conhecido por SmartEpad (vencedor do Sesames Award - França 2003). “Trata-se de uma inovadora ferramenta de relacionamento e fidelização entre instituições e clientes em aplicações web.

Consiste de uma leitora de smartcards integrada a um mousepad com botões de acesso direto a sites, o que permite negócios em aplicações de Cross-Marketing e certificação digital do ICP-Brasil (e-CNPJ e e-CPF)”, revela, lembrando que a E-Safetransfer é uma das acionistas da Nextpar Holdings S/A, possuindo soluções instaladas em empresas dos Estados Unidos, Japão, Reino Unido e França.

NEGÓCIOS A Malisoft, que está participando da missão presidencial no Japão representada pelo diretor geral da empresa, Helio Galvão Ciffoni, atua no segmento de desenvolvimento e localização de sistemas nas mais diversas áreas. O objetivo principal do grupo, segundo o coordenador de projetos da Malisoft, Norberto Mizukana, é atender os clientes produzindo e buscando integrar soluções de software para ambientes locais ou internet.

“Iniciamos nossos negócios com o mercado japonês em 1999, em decorrência da visita do então prefeito de Curitiba, Cassio Taniguchi, ao país, onde foi buscar novas oportunidades, inclusive na área de software. Decidimos, então, investir no mercado de lá e, a partir daí, não paramos mais. Hoje, cerca de 80% dos nossos negócios estão no Japão”, afirma Norberto Mizukana, ressaltando que de 2000 até agora foram realizadas mais de 15 visitas àquele país, assinados vários contratos e firmadas várias parcerias com empresas japonesas.

De acordo com o coordenador de projetos, anteriormente a Malisoft realizou uma pesquisa no mercado, constatando que a área de jogos para telefonia móvel é bastante promissora. Diante disso, resolveu investir também nesse mercado, criando a Eonsgames, uma unidade de jogos da Malisoft, que inclusive conta com alguns games em testes no Japão.

“Enfim, o que buscamos através dessas missões empresarias é o fortalecimento econômico entre os dois países e a formação de parcerias para que possamos trabalhar juntos, buscar soluções inovadoras e crescer no mercado internacional”, completa.

SOFTWARES A Politec, classificada como a maior empresa privada de serviços de tecnologia da informação do Brasil, embarcou para o Japão com o firme propósito de apresentar ao empresariado local seus produtos e serviços offshore, demonstrando in loco como companhias brasileiras de software e de serviços de informática podem colaborar com os fornecedores japoneses de softwares, a fim de reduzir o custo e o tempo de desenvolvimento de soluções que levam, conseqüentemente, a um aumento de produtividade.

A empresa, segundo seu diretor Hélio Oliveira, viaja, também, com alguns protocolos de cooperação bilateral, na área de tecnologia, encaminhados para serem assinados.

A Politec possui escritórios em várias capitais brasileiras e também em Reston, Estados Unidos, que, de acordo com Hélio Oliveira, cumprem papel fundamental na conexão entre a Politec e seus parceiros internacionais, inclusive o Japão, provendo soluções também para o mercado americano. A empresa atua basicamente na área de fabricação de softwares, sustentação, integração e operação de sistemas, monitoramento de ambientes e help desk.

O Serpro, por sua vez, que atende com seus serviços todo o governo federal brasileiro, apresentará no Japão suas soluções de e-governament. O diretor Antônio Sérgio Borba, que integra a comitiva, está também na Coréia participando do seminário Brasil-Coréia - Oportunidades de Investimentos. Além de estar presente em workshops setoriais sobre alimentos processados e tecnologia da informação, Antônio Sérgio Borba estará assinando acordos comerciais entre os dois países.

No Japão, ele participa ainda da XI Reunião do Comitê Econômico Brasil-Japão. Acordos comerciais entre o Brasil e o Japão, com a presença do Serpro, também serão firmados.

Fonte: http://www.mundoinfo.com.br
Data: Acessado em 08/06/2005.

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